Biblioteca Monografia 253 | |
PAULA QUINTAS PROBLEMATICA DO EFEITO DIRECTO NAS DIRECTIVAS COMUNITÀRIAS.- DIXIT EDITORA DIREITO PÚBLICO Parte I Capitulo I Considerações Preliminares 1. Do direito comunitário em sentido restrito 2. A directiva como forma de regulamentação indirecta (ou norma de segundo grau) Capitulo II O primado do Direito Comunitário 3. Enquadramento Jurídico do princípio do primado 4. A problemática do alcance jurídico do princípio do primado 4.1. A problemática face aos princípios constitucionais dos Estados-membros 4.2. O princípio da congruência estrutural 5. As sanções aplicáveis aquando da violação do princípio do primado 6. O fundamento do princípio do primado Capitulo III A Aplicabilidade Directa 7. Forma de incorporação do Direito Comunitário Derivado 7.1. Alcance do conceito 7.2. Consequência 8. Relações entre o Direito Internacional e o Direito interno 8.1. A doutrina dualista 8.2. A doutrina monista 8.3. A doutrina monista com primado do Direito Internacional e o caso Português 8.4. Formas de incorporação no ordenamento jurídico de certos países da Comunidade Europeia 8.4.1. Direito britânico 8.4.2. Direito francês 8.4.3. Direito alemão 8.4.4. Direito espanhol 8.4.5. Direito italiano 8.4.6. Direito belga 9. Clarificação do Conceitos de aplicabilidade directa ora em estudo 9.1. A aplicabilidade directa do regulamento 9.2. A aplicabilidade directa da directiva 9.2.1. A exclusão do efeito directo 9.2.2. Os efeitos análogos 9.2.3. Argumentos contra a aplicabilidade directa 9.2.4. Argumentos a favor da aplicabilidade directa Parte II Capitulo V O Efeito directo Quanto ao Resultado 10. Noção e precisão do conceito 11. A directiva comunitária 11.1. A obrigação quanto ao resultado 11.2. Transposição da directiva 11.3. Condições de produção do efeito directo 11.3.1. Considerações iniciais 11.3.2. A norma jurídica comunitária clara e precisa 11.3.3. A norma jurídica comunitária completa e perfeita 11.3.4. A norma jurídica comunitária incondicional 12. O efeito directo nas directivas comunitárias 12.1. A jurisprudência 12.2. Algumas questões a resolver 12.3. A aceitação do efeito directo horizontal - argumentos a favor 12.4. A recusa do efeito directo horizontal - argumentos a favor 12.5. O aparente esbatimento formal dos actos jurídicos comunitários 13. O princípio do estoppel no seio do Direito Comunitário 13.1. Alcance e sentido 13.2. A excepção do acto claro ( ou melhor, a "excepção da norma clara") 14. A interpretação do Direito Comunitário derivado 14.1. O efeito indirecto ou a teoria da interpretação conforme 14.2. Âmbito e limites da interpretação Capitulo V Responsabilidade do estado pela não transposicão da directiva Comunitária 15. A efectividade do Direito Comunitário (ou o princípio da protecção efectiva dos direitos dos cidadãos) 16. A efectividade pela vida judicial 17. O tipo de comportamento sancionável 18. Os particulares e o contencionso comunitário Capitulo IV Conclusão 19. A construção jurisprudencial do TJCE 20. Deficiência da argumentação jurisprudencial 21. O Acordão Faccini Doris 22. A favor do efeito directo horizontal |