Biblioteca PGR


INCM/178
Monografia
67334


BRITO, R. Farias
O mundo interior : ensaio sobre os dados gerais da filosofia do espírito / R. Farias Brito ; introdução de Luiz Alberto Cerqueira.- 3ª ed. - Lisboa : Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 2003. - 472, [4] p. ; 24 cm. - (Estudos Gerais. Série Universitária)
ISBN 972-27-1285-3 (Broch.) : oferta


FILOSOFIA, HISTÓRIA DA FILOSOFIA

Maturidade da filosofia brasileira: Farias Brito / L. A. Cerqueira. O MUNDO INTERIOR (ENSAIO SOBRE OS DADOS GERAIS DA FILOSOFIA DO ESPÍRITO). LIVRO I: AS NOVAS TENDÊNCIAS DO PENSAMENTO. CAPÍTULO I: NECESSIDADE DE UMA ORIENTAÇÃO NOVA. §1- A situação actual. §2- Carácter provisório da obra dos psicólogos modernos. §3- Determinação precisa do conceito da psicologia. §4- A psicologia e a arte. §5- A psicologia e a metafísica. §6- Sistematização geral dos estudos psíquicos. CAPÍTULO II: O RENASCIMENTO DA FILOSOFIA DO ESPÍRITO. §7- O espírito novo na filosofia. §8- A morte das doutrinas de demolição. §9- O dogma da filosofia do desespero. CAPÍTULO III: A FILOSOFIA DO ESPÍRITO E AS INVESTIGAÇÕES MAIS RECENTES SOBRE O PASSADO MAIS REMOTO DO HOMEM. §10- Das origens da filosofia do espírito. §11- O dogma da queda: Renouvier. §12- O dogma da queda: Secretan. §13- Um escritor nosso: nova luz sobre o passado. CAPÍTULO IV: SIGNIFICAÇÃO HISTÓRICA E INTERPRETAÇÃO REAL DO VERDADEIRO SENTIDO DAS RELIGIÕES. §14- Sobre o valor da história: o espírito como centro da esfera infinita do universo. §15- Atitude reaccionária da ciência moderna com relação às religiões. §17- Religião e filosofia. LIVRO II: QUESTÃO FUNDAMENTAL: A «COISA EM SI» E OS FENÓMENOS. CAPÍTULO I: A QUESTÃO DA «COISA EM SI» E DOS FENÓMENOS. §18- Necessidade de uma rigorosa delimitação do conceito do espírito. §19- A questão da «coisa em si» e dos fenómenos em seu desenvolvimento histórico. §20- A questão da «coisa em si» e dos fenómenos na filosofia crítica. §21- A «coisa em si» e ametafisica. §22- As eventualidades da «coisa em si» na própria filosofia de Kant. §23- A «coisa em si» na filosofia de Fichte. §24- A «coisa em si» na filosofia de Schelling. §25- A «coisa em si» na filosofia de Schopenhauer. §26- A «coisa em si» na filosofia de Renouvier. §27- A «coisa em si» na escola positivista: o conceito do incognoscível. §28- A «coisa em si» na filosofia de Spencer. §29- A «coisa em si» na filosofia de Hartmann: o conceito do inconsciente. CAPÍTULO II: DESENVOLVIMENTO SOBRE A QUESTÃO DA «COISA EM SI» E DOS FENÓMENOS: O PRAGMATISMO. §30- Influência das ideias de Schopenhauer. §31- A filosofia das ideias-forças de Fouillée. §32- O voluntarismo psicológico de Wundt. §33- O pragmatismo. §34- O pragmatismo e o critério da verdade. §35- O pragmatismo e a religião. CAPÍTULO III: AINDA DESENVOLVIMENTO SOBRE A QUESTÃO DA «COISA EM SI» E DOS FENÓMENOS: A FILOSOFIA DE BERGSON. §36- A nova doutrina. §37- Filosofia e ciência. §38- O ponto de vista fundamental do bergsonismo. §39- Dados imediatos da consciência. §40- Intensidade dos estados psicológicos. §41- Multiplicidade dos estados psicológicos. §42- O espaço e a duração. §43- O movimento. §44- O eu e sua sombra. §45- Organização dos estados psicológicos: liberdade. §46- O determinismo e a previsão de factos futuros. §47- O determinismo e a lei de causalidade. §48- Seremos sempre livres? §49- Atitude de Bergson com relação à questão da «coisa em si» e dos fenómenos e dos fenómenos. §50- Bergsonismo e pragmatismo. CAPÍTULO IV: VISTA RETROSPECTIVA: EVOLUÇÕES DO CONCEITO DA VONTADE DE SCHOPENHAUER A BERGSON. §51- Sobre o valor da história no trabalho da investigação filosófica. §52- Sobre o caso particular da questão da «coisa em si» e dos fenómenos em relação com a história do pensamento. §53- O momento ontológico na evolução da teoria da vontade: Schopenhauer. §54- O momento empírico: pragmatismo. §55- O momento psicológico: Bergson. CAPÍTULO V: O FENOMENISMO ABSOLUTO: CARÁCTER VAGO E INDETERMINADO DE SEUS CONCEITOS FUNDAMENTAIS. §56- Fenómeno e representação. §57- Aparência e realidade. §58- Realidade e verdade. §59- Relação e relatividade: o absoluto e o relativo; o sujeito e o objecto; o espírito e a matéria. §60- Influência crescente do principio da relatividade: a relação substituindo o absoluto. CAPÍTULO VI: DO FENOMENISMO AO IDEALISMO: IDEALISMO ABSOLUTO. §61- Determinação precisa do conceito de fenómeno. §62- O conceito de fenómeno na filosofia fenomenista: diversas acepções. §63- Em que consiste o erro do fenomenismo. §64- Influência da ilusão fenomenista. §65- Verdadeira significação histórica do fenomenismo: o imaterialismo de Berkeley e o fenomenismo. §66- Desenvolvimento sobre o imaterialismo de Berkeley. §67- Atitude do fenomenismo em face do imaterialismo de Berkeley: insubstancialismo radical. Múltiplos aspectos do fenomenismo. §68- O idealismo absoluto. §69- Conclusão sobre o idealismo absoluto: a realidade do mundo exterior como afirmação permanente da consciência. §70- transição para a dedução do conceito da «coisa em si». CAPÍTULO VII: SOLUÇÃO DEFINITIVA DA QUESTÃO DA «COISA EM SI» E DOS FENÓMENOS: O ESPÍRITO COMO «COISA EM SI»; O MUNDO COMO FENÓMENO DO ESPÍRITO. §71- A natureza exterior. §72- A filosofia do vir-a-ser e da mudança: de Heraclito a Bergson. §73- dedução do conceito da «coisa em si». §74- A «coisa em si» ou a existência verdadeira no homem. §75- A «coisa em si» no animal e na planta. §76- A «coisa em si» nos corpos inorgânicos. §77- Existente na matéria? §78- O espírito como «coisa em si»: a matéria como fenómeno do espírito. §79- A alma e o corpo. CAPÍTULO VIII: PRIMADO DA INTELIGÊNCIA: CARÁCTER NEGATIVO DO CONCEITO DA VONTADE. §80- Fanatismo da vontade: a vontade e o materialismo moral. §81- Preponderância do conceito da vontade na filosofia contemporânea. §82- A filosofia do imperialismo: Ernest Seillière. §83- A vontade como conceito negativo. §84- A vontade como poder: notas e esclarecimentos. §85- A vontade como sinal de imperfeição. §86- A vontade como fenómeno da inteligência. §87- O conhecimento ou a contemplação pura como condição de libertação. §88- O valor da inteligência. §89- A questão do método: significação e valor da introspecção. APÊNDICE: ENSAIO SOBRE O CONHECIMENTO. CAPÍTULO I: POR QUE VOLTO A ME OCUPAR DE ASSUNTOS FILOSÓFICOS. §1- Da extensão do conhecimento. §2- Não sou um visionário, nem um místico. §3- Em meu esforço pelo conhecimento nenhum socorro me vem de fora. §4- Tenho vivido para estudar e meditar uma questão única: significação dos meus anteriores trabalhos. CAPÍTULO II: O PONTO DE VISTA CRÍTICO: O CONCEITO DA FILOSOFIA E SUA SIGNIFICAÇÃO FUNDAMENTAL COMO ACTIVIDADE DO ESPÍRITO. §5- Posição DA QUESTÃO. §6- Filosofia E CIÊNCIA. §7- Filosofia pré-cientifica e filosófica supercientifica. §8- Perennis philosophia.