Centro de Documentação da PJ
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| LANDIM, Vera Mónica Pereira Análise forense de aerossóis de defesa pessoal em Portugal [Documento electrónico] / Vera Mónica Pereira Landim.- Tomar : [s.n.], 2016.- 1 CD-ROM ; 12 cm Relatório de Estágio apresentado ao Instituto Politécnico de Tomar para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Tecnologia Química, tendo como orientadores Isabel Nogueira, Ana Cristina Assis. Ficheiro de 1,74 MB em formato PDF (128 p.). Resumo inserto na publicação. DEFESA PESSOAL, ANÁLISE LABORATORIAL, LPC, POLÍCIA JUDICIÁRIA, CROMATOGRAFIA, ESPECTROMETRIA, QUÍMICA FORENSE, TESE, PORTUGAL Aos aerossóis usados em Portugal e analisados nos Laboratórios de Polícia Científica (LPC) da Polícia Judiciária (PJ) de Lisboa foi realizado um estudo estatístico que abrangeu diversas variáveis. Para este estudo foram valorizados: o número de exames periciais realizados, o número de aerossóis analisados, o número de substâncias (agentes ativos) identificadas, bem como a distribuição geográfica de acordo com a proveniência do pedido de exame entre os anos de 2010 e 2015. A identificação do agente ativo existente na amostra é realizada por Cromatografia Gasosa (GC) acoplada à Espectrometria de Massa (MS) segundo o protocolo em vigor no LPC. Os principais agentes ativos que se pretendem identificar são seis e são eles a Capsaicina, o 2-Clorobenzilideno Malononitrilo (CS), a 2-Cloroacetofenona (CN), a n-Nonanoilmorfolina (Morfolina), o Ácido Pelargónico Vanililamida (PAVA) e o Isotiocianato de Alilo. No caso do agente ativo detetado ser a Capsaicina procede-se à sua quantificação através dum Detetor de Ionização de Chama (FID), esta quantificação também é valorizada no estudo estatístico e é efetuada para verificar se a concentração de capsaicina está abaixo de 5% de forma a ser verificado o enquadramento legal. A análise estatística revelou que no ano de 2011 houve mais exames periciais e que foram identificadas mais amostras. No ano de 2013 houve um maior número de quantificações de capsaicina, apesar de no ano de 2015 representar cerca de 43% dos aerossóis analisados. A maior proveniência das amostras analisadas situa-se nos distritos de Lisboa, Setúbal e Faro, embora nos últimos dois anos se tenha registado um aumento do número de aerossóis provenientes dos distritos do Porto e da Guarda. |